O time joga como um bloco: rodízio em 8, bloqueios sem bola, contra-ataques em superioridade e um pivô que gira sobre o marcador.
O motor 2D aprendeu a jogar em conjunto. No 4-0 as trajetórias se curvam e se cruzam em rodízio em 8, e um jogador sem bola pode fazer um bloqueio para liberar um companheiro. A defesa responde: troca a marcação conforme a leitura dos jogadores ou a instrução que você deu.
Há instruções novas na tela de tática e durante o jogo: jogo com o pivô, rodízios, contra-ataque, 5×4 no ataque (em M ou em U) e 5×4 na defesa (em quadrado ou losango). E quatro bolas paradas novas, do bloqueio duplo ao escanteio com chute de trás.
O gesto também conta. O pivô de costas pode girar sobre o marcador, o chute pode sair de bico ou por cobertura no goleiro adiantado, os dribles vencidos viram fintas de sola ou elásticos, e o goleiro com boas saídas se abre em X no 1×1.
Coletivas que lembram da temporada
Os jornalistas perguntam sobre o que pesa agora: o clássico, a crise, a promessa que você fez na semana passada.
As coletivas de imprensa partem da história da temporada. Cada jornalista fictício tem seu veículo e seu estilo, e as perguntas mudam com o momento: um clássico chegando, a paciência da diretoria, um jovem que estreou, uma viagem longa.
O que você diz fica registrado. Garantir a vitória é cobrado depois do jogo, provocar o rival tem resposta nos jornais e fugir de uma pergunta leva a insistência.
No fim vêm o clima da sala, as manchetes de amanhã e os efeitos no vestiário, na torcida e na diretoria.
Um calendário para a pré-temporada
Intertemporada, amistosos e dias livres em um só calendário, com um plano sugerido pelo auxiliar.
A pré-temporada agora tem um planejador de semanas: jogos oficiais, amistosos, período de treinos e dias livres. Um dia livre abre a marcação, com os adversários disponíveis naquele dia e os de nível parecido em destaque.
O auxiliar propõe um plano antes de marcar: período de treinos na segunda semana e três amistosos espaçados até uma semana antes do primeiro jogo oficial.
Os amistosos também podem entrar durante a temporada, nas pausas do calendário. Se um jogo oficial for marcado para perto, o amistoso é desmarcado e o auxiliar avisa.
Lesão no meio do jogo: o técnico decide
Quando um jogador se machuca, o jogo para e pergunta: ele fica em quadra limitado ou sai por precaução?
Antes, uma lesão tirava o jogador da partida sem perguntar nada. Agora aparece um aviso com o tipo de lesão e o tempo previsto de recuperação.
Se a lesão for leve, dá para mantê-lo no rodízio: ele rende menos fisicamente e corre o risco de piorar. Se você tirá-lo por precaução, a recuperação é mais curta.
Se a lesão impedir que ele continue, o aviso diz isso e o jogo segue. A decisão fica registrada no histórico médico do jogador.
Goleiros que recuam de frente
Os goleiros agora leem o lance: ficam entre a bola e o gol, saem no cruzamento e recuam sem dar as costas para a bola.
No futsal o goleiro joga quase como um quinto jogador de linha. No goleiro-linha ele avança com a bola; quando o time defende, precisa fechar o ângulo sem perder a bola de vista.
Agora, com a bola na ala, ele fecha a primeira trave; quando vem o cruzamento, sai para cortar; e num contra-ataque recua de frente para o lance, sem travar.
Os pés das peças acompanham isso: apontam para onde o jogador corre e, nos goleiros, ficam sempre virados para a bola.
O vestiário não esquece
Coesão, promessas e identidade: por que um time unido vence jogos que no papel deveria perder.
A coesão do grupo sobe com a estabilidade do elenco, a moral, um capitão escolhido e promessas cumpridas; cai com situações pendentes e muitas caras novas.
Um grupo unido rende mais no lado mental e defende melhor. Para os clubes pequenos, é o jeito de encarar os grandes.
Cada promessa fica registrada. Quebrar uma custa caro por semanas.
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